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Blog Esclerose Múltipla

Para o físico e motivação pessoal:

**. Com aproximadamente 20 minutos de atividade física de qualquer tipo se tem a "queima" calórica no organismo e elevando esse tempo há pelo menos 30 minutos, é liberado naturalmente hormônios e neurotransmissores (substâncias químicas), como: ADRENALINA, ENDORFINA e outros que dão estímulo à mente (principalmente a memória recente), melhora o humor, aumenta a auto-estima e fortalece todo o corpo, como no: sistema circulatório, cardíaco e outros. . .
Veja com um médico, fisioterapeuta ou outros profissionais de saúde mais sobre isso e principalmente, fale com o médico sobre as suas condições físicas para iniciar alguma atividade.

obs... A dica acima só funciona e tem resultado certo se realizada pelo menos 3/semana.


Olá a todas portadoras de EM que desejam ou estão planejando ter filhos.
Segundo discussões médicas em todo o mundo:

Uma mulher com EM pode engravidar sem problemas com a doença, o que contradiz os médicos de antigamente que até faziam laqueadura em suas pacientes, para que não engravidassem. Ainda bem que isso foi descoberto, pois o que era feito era mesmo uma brutalidade.

Então portadoras, alguns cuidados tem de ser tomados:

  1. Seus médicos: neurologista, obstetra e/ou outros deverão saber da sua condição de: portadora de EM, grávida, ou planejando isso;
  2. A gravidez numa mulher com a EM previne, de certa forma, a progressão da doença p/ a forma progressiva da doença;
  3. Deverá haver uma interrupção das medicações um pouco antes e durante a gestação. Geralmente, durante a gravidez o corpo da mãe se protege para que nada de mal aconteça ao feto;
  4. Mas, após o parto todo o cuidado com a mãe, será pouco. Pois, a doença se ativa após o período de "hibernação" que esteve durante a gravidez e se não tratada, é quase certeza que a mãe terá um surto de EM;
  5. Uma mãe se tratando com medicamentos para EM pode amamentar? Não são todos os medicamentos que permitem isso e todas as opções possíveis devem ser discutidas com o neurologista desta.

Seguirá abaixo algumas reportagens, em inglês, que tratam desse assunto. As passagens mais importantes estão grifadas:

Neurol Sci 2000;21(4 Suppl 2):S857-60
The prognostic value of age, gender, pregnancy and endocrine factors in multiple sclerosis. Zaffaroni M, Ghezzi A. Multiple Sclerosis Center, Gallarate Hospital, University of Milan, VA, Italy.
The evolution of multiple sclerosis at the time of diagnosis remains unpredictable since a reliable prognostic marker is not yet available. Nevertheless, a series of useful prognostic indicators have been singled out from epidemiological studies. Young age at onset, female gender, relapsing/remitting course, and sensitive or visual disturbances as initial symptoms are considered favourable prognostic factors. Conversely, late age at onset, male gender, progressive course, and pyramidal or cerebellar symptoms at the first episode predict an unfavourable evolution.
Another prognostic indicator has been recognized in pregnancy: although the overall effect of pregnancy on short-term MS course is neutral, in the long-term it seems to protect from disease progression. Most prognostic indicators seem to act through the neuro-endocrine-immune network, modulating the immune response in the context of the Th1/Th2 paradigm.

Brain 1995 Feb;118 ( Pt 1):253-61
Pregnancy is associated with a lower risk of onset and a better prognosis in multiple sclerosis. Runmarker B, Andersen O. Department of Neurology, Sahlgrenska Hospital, Goteborg, Sweden.
The effects of pregnancy were studied in a multiple sclerosis incidence cohort. In order to eliminate interaction bias between the disease and pregnancy, analysis of the risk of relapse during pregnancy and the puerperium was limited to the onset bout, using fecundity figures for Sweden. The risk of onset bout was significantly reduced during pregnancy while the risk of onset bout in the post-partum period did not differ significantly from the risk during non-pregnancy periods. We also found a decreased risk of multiple sclerosis onset in parous compared with nulliparous women. The association between nulliparity and multiple sclerosis tended to increase with age. Furthermore, the effect of pregnancy on the long-term prognosis in established multiple sclerosis was analysed by comparing the risk of change from a relapsing-remitting to a chronic progressive course and the risk of reaching level 6 of the Disability Status Scale in women with pregnancy after multiple sclerosis onset with that in non-pregnant control patients, matched for neurological deficit, disease duration and age.
There was a significantly decreased risk of a progressive course in women who were pregnant after multiple sclerosis onset.

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